Todo mundo fala de colágeno, mas ninguém explica o que realmente muda no corpo
Se existe um suplemento que tomou conta das prateleiras nos últimos anos, é o colágeno.
Influenciadores juram que “rejuvenesce”, marcas prometem “redução de rugas”, dermatologistas defendem determinados tipos e pessoas comuns querem saber uma coisa simples:
O colágeno realmente funciona ou é só marketing muito bem-feito?
A verdade é que existe muita informação misturada, rótulos confusos, tipos diferentes de colágeno e uma boa dose de exagero.
Por outro lado, também existe evidência científica concreta mostrando benefícios reais — quando usado da forma certa.
Neste guia, você vai entender:
- se o colágeno funciona de verdade
- quais tipos realmente fazem diferença
- quanto tomar
- para quem vale (e não vale) a pena
- por que algumas pessoas sentem efeitos e outras não
- e se ele é mesmo uma solução para pele, unhas, cabelos e articulações
Prepare-se para a explicação mais clara e direta que você já leu sobre o tema.
O que é colágeno e por que ele é tão importante?
Colágeno é a proteína estrutural mais abundante do corpo humano. Ele forma:
- pele
- cartilagens
- tendões
- ligamentos
- unhas
- cabelos
- parede dos vasos sanguíneos
Com o passar dos anos, sua produção natural cai — especialmente após os 30–35 anos.
Isso explica:
- perda de firmeza da pele
- flacidez
- rugas
- dores articulares
- redução da elasticidade
Por isso o mercado de suplementação cresceu tanto. A promessa de “repor” o colágeno é tentadora — mas não é tão simples.
O grande erro: suplementos comuns não “viram” colágeno direto no seu corpo
O colágeno que você bebe ou come não vira colágeno automaticamente.
Seu corpo quebra tudo em aminoácidos e os usa conforme a necessidade.
Ou seja:
Se você toma colágeno tipo I, III ou X…
ele não chega na pele ou junta como “colágeno pronto”.
Então por que ele funciona para algumas pessoas?
Simples: a versão certa do suplemento estimula o corpo a produzir mais colágeno por conta própria.
E é aí que entra a diferença entre:
- colágeno hidrolisado comum
- colágeno VERISOL® (peptídeos bioativos específicos)
O segundo tem estudos robustos comprovando resultados.
Tipos de colágeno e para que servem
Vamos resumir de forma clara:
Colágeno tipo I
Principal na pele, tendões, ossos.
Ajuda firmeza e elasticidade.
Colágeno tipo II
Focado em cartilagens e articulações.
Colágeno tipo III
Presente em vasos sanguíneos e pele.
Colágeno hidrolisado comum
Muito vendido.
Ajuda?
Pouco.
É basicamente proteína quebrada.
Colágeno VERISOL® (peptídeos bioativos)
Este sim tem estudos comprovando:
- melhora da elasticidade
- aumento da firmeza
- redução da profundidade das rugas
- unhas mais fortes
É o mais eficaz para estética.
Colágeno UC-II (não desnaturado)
Eficaz para articulações:
- diminui dor
- melhora mobilidade
- reduz inflamação
- excelente para osteoartrite leve
Colágeno funciona para pele? (o que a ciência diz)
Sim — mas depende do tipo.
Estudos mostram que o VERISOL®, usado por 8 a 12 semanas, gera:
- até 20% de aumento na elasticidade
- pele mais firme
- redução visível de linhas finas
- melhora na hidratação
Isso não é promessa de marca.
São resultados verificados em ensaios clínicos.
Porém:
❌ Ele não substitui skincare
❌ Não faz milagre em pele muito envelhecida
❌ Não funciona igual para todo mundo
Colágeno funciona para articulações?
Sim — mas aqui o protagonista não é o Verisol, e sim o UC-II.
Ele age no sistema imunológico, reduzindo inflamação nas cartilagens e ajudando no processo de restauração articular.
Ideal para:
✔ pessoas com dor no joelho
✔ quem treina pesado
✔ praticantes de corrida
✔ indivíduos acima de 45 anos
✔ início de artrose
Estudos mostram que 40 mg por dia já traz benefícios.
Quanto tomar por dia?
Para pele (VERISOL®)
2,5 g por dia é o suficiente.
Mais que isso não aumenta o efeito.
Para articulações (UC-II)
40 mg por dia.
Para colágeno hidrolisado comum
Se decidir usar, 10 g por dia —
mas deixe claro: não é tão eficaz quanto Verisol®.
Quando o colágeno NÃO funciona (e ninguém fala isso)
- quando a alimentação é pobre em proteína
- quando a pessoa espera milagre em 2 semanas
- quando usa colágeno barato achando que é “tudo igual”
- quando não há déficit real de colágeno
- quando o problema é pele danificada por sol sem proteção
- quando falta vitamina C (necessária para síntese de colágeno)
Alimentos que aumentam a produção natural de colágeno
Embora suplementar ajude, sua base deve ser alimentação rica em:
- proteínas de boa qualidade
- vitamina C
- cobre
- zinco
- aminoácidos como prolina e glicina
Boas fontes:
✔ ovos
✔ carne
✔ frango
✔ caldo de ossos
✔ frutas cítricas
✔ vegetais verdes escuros
Colágeno faz diferença ou é exagero? A resposta final
Sim, colágeno faz diferença — quando usado da forma certa.
O problema é que muitas pessoas consomem o tipo errado e depois dizem que “não funciona”.
Conclusão
Na minha visão — e aqui vai de forma direta — o colágeno virou mais marketing do que ciência. A maioria das pessoas compra qualquer pote achando que vai rejuvenescer 10 anos em um mês, e isso simplesmente não existe. A indústria aproveitou o desespero estético de quem quer resultado rápido e vendeu colágeno hidrolisado comum como se fosse a solução universal.
A verdade é a seguinte:
colágeno funciona sim, mas só os tipos certos e dentro das expectativas corretas.
Se você usa Verisol®, segue uma boa alimentação e tem paciência, você vê melhora na firmeza e textura da pele. Se usa UC-II, sente mais conforto nas articulações. Mas se compra qualquer produto barato achando que todos são iguais, vai jogar dinheiro fora — e ainda culpar o suplemento.
O ponto é que o colágeno é útil, mas está longe de ser esse “santo graal” que muitas marcas promovem. Ele ajuda, mas não transforma ninguém do dia para a noite. Quando usado com consciência, funciona. Quando usado com fantasia, decepciona. E isso é o que realmente deveria ser dito.
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